As palavras, a arquitetura reerguida do último silêncio,
não sangram, não choram, nem ensinam
como ir e voltar.
As sílabas e as cadências não têm autonomia pra dizer a dor
nem os decassílabos mais perfeitos
explicam e justificam a morte.
O advento da velhice, a covardia e o medo
que a vida carrega no ventre
e só ela compreende e consome.
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