A gente precisa encontrar graça até e, principalmente, nas adversidades. Sempre. É por isso que sou díscipula e seguidora, assumida, desse engenheiro aeroespacial norte-americano e "muito doido", Edward Murphy.
Murphy afirmava que: "Se alguma coisa pode dar errado, dará. E mais, dará errado da pior maneira, no pior momento e de modo que cause o maior dano possível", isso por causa do fiasco que foi sua apresentação pública; o pior é que é verdade absoluta. Mas o legal é não ver isso de forma negativa. Temos que descobrir humor em todas as coisas... até pra ver se melhora um pouquinho a situação.
Procuro observar minhas tragédias com olhar cômico. Faço delas uma novela mexicana com um dramalhão mais engraçado possível, tentando assim ser narradora-personagem das minhas nóias e causos, porque ninguém melhor do que eu mesma pra rir dos meus problemas. Tiro onda das minhas bobagens pra não dar oportunidade a ninguém frescar ou sentir pena. Detesto isso.
Mas me abro mesmo quando me deparo com meio mundo de crises: quando a fila do lado anda mais rápido; ou quando o ônibus demora e resolvo sair da parada, daí lá vem o infeliz do ônibus (risos); ou ainda quando, no trabalho, me esforço pra fazer tudo direitinho e vem meu chefe criticar e por defeito nas coisas _ muito divertido refazer tudo, quase do mesmo jeito, e ver ele dizendo "agora, sim, tá bom, pode imprimir", kkkk; ainda têm aquelas vezes que a gente tá procurando alguma coisa e só acha o que a gente não quer achar naquele momento e quando vai encontrar o que precisa, já não se precisa mais, aí é foda; ou quando você percebe que ninguém está te ouvindo até você falar besteira e todo mundo olhar pra ti condenando com "aqueles olhares", hehehe; e por aí seguem as catástrofes e desgraças que insistem em nos perseguir vez ou outra. Mas é assim mesmo, senão não valeria a pena.
Ria, porque se o pior ainda não aconteceu, não desamine... ele ainda "está por vir a galopes como um jumentinho que na ocasião mais inoportuna vai cismar de teimar".
MÚSICA
A melodia que trago comigo é sempre aquela que embala meus sonhos mais secretos e meus desejos mais intimos... A melodia que se aplica a minha vida é aquela que insistentemente não sai da minha cabeça e quando me dou conta, canto sem medo de errar a letra ou esquecer o tom...
terça-feira, 30 de março de 2010
sábado, 27 de março de 2010
segunda-feira, 22 de março de 2010
FUGAZ
Não é a incerteza da vida que me assuta, mas a certeza da morte que me causa tamanho assombro. Concordo com Da Costa e Silva em seu poema. É disto que devemos sempre temer: essa efemeridade mista a uma fragilidade, pungente, que me dá medo de dormir um sono eterno.
Não sei se existe vida após a morte, ou se existe reencarnação, muito menos creio na existência de céu ou inferno. Nada sei. O que sei é que apenas resta um vazio. Vazio de vida. Vazio de sentimento. Vazio de essência. Vazio!
E esse vazio dói. Dói uma dor que lateja, ora intempestiva ora branda, que não passa, apenas adormece e revive a cada recordação, a cada lembrança.
O engraçado é que abrimos a boca pra arrotar que somos donos de nossas próprias vidas. Quanta utopia! Estamos sujeitos a perdê-la a qualquer momento... Basta o acaso nos pregar uma peça e "fomos". Surge mais uma lápide com frases de exaltação ao que fora e de consolo aos que ficam.
Nesse momento nosso peito se enche d'um turbilhão de sentimentos negativos e ficamos descrentes na vida e condicionados a acreditar que a a morte nada mais é que apenas uma passagem, uma viagem, uma fuga... que foi melhor assim. Melhor pra quem? E o sofrimento dos que restaram? E a angústis do que partiu?
Quem quiser ver a morte como uma "coisa" positiva, que veja. Eu não a enxergo dessa maneira. Nunca vou conseguir olhá-la com bons olhos. Agora somente nos resta orar, chorar e pedir que Deus tenha piedade e misericórdia dos que ficam e dos que vão. Por que a existência, essa jamais nos pertenceu, fora unicamente emprestada a nós para esse breve espaço de tempo que passamos aqui neste mundo e que, inutilmente, persistimos em chamar de "vida".
À meus amigos que já não se fazem presentes entre nós, a admiração que perdura e a saudade insistente. Que fique sempre lembrado que a vida é uma DÁDIVA TRANSITÓRIA que nos é ofertado de graça e que tem prazo que não nos convêm saber seu limite de validade.
Não sei se existe vida após a morte, ou se existe reencarnação, muito menos creio na existência de céu ou inferno. Nada sei. O que sei é que apenas resta um vazio. Vazio de vida. Vazio de sentimento. Vazio de essência. Vazio!
E esse vazio dói. Dói uma dor que lateja, ora intempestiva ora branda, que não passa, apenas adormece e revive a cada recordação, a cada lembrança.
O engraçado é que abrimos a boca pra arrotar que somos donos de nossas próprias vidas. Quanta utopia! Estamos sujeitos a perdê-la a qualquer momento... Basta o acaso nos pregar uma peça e "fomos". Surge mais uma lápide com frases de exaltação ao que fora e de consolo aos que ficam.
Nesse momento nosso peito se enche d'um turbilhão de sentimentos negativos e ficamos descrentes na vida e condicionados a acreditar que a a morte nada mais é que apenas uma passagem, uma viagem, uma fuga... que foi melhor assim. Melhor pra quem? E o sofrimento dos que restaram? E a angústis do que partiu?
Quem quiser ver a morte como uma "coisa" positiva, que veja. Eu não a enxergo dessa maneira. Nunca vou conseguir olhá-la com bons olhos. Agora somente nos resta orar, chorar e pedir que Deus tenha piedade e misericórdia dos que ficam e dos que vão. Por que a existência, essa jamais nos pertenceu, fora unicamente emprestada a nós para esse breve espaço de tempo que passamos aqui neste mundo e que, inutilmente, persistimos em chamar de "vida".
À meus amigos que já não se fazem presentes entre nós, a admiração que perdura e a saudade insistente. Que fique sempre lembrado que a vida é uma DÁDIVA TRANSITÓRIA que nos é ofertado de graça e que tem prazo que não nos convêm saber seu limite de validade.
sábado, 20 de março de 2010
LUTO
LUTO LUTO
LUTO LUTO
LUTO LUTO LUTO LUTO
LUTO LUTO LUTO LUTO
LUTO LUTO LUTO LUTO
LUTO LUTO
LUTO LUTO
LUTO LUTO
LUTO LUTO
LUTO LUTO
LUTO LUTO
LUTO LUTO
LUTO LUTO
LUTO LUTO LUTO LUTO
LUTO LUTO LUTO LUTO
LUTO LUTO LUTO LUTO
LUTO LUTO
LUTO LUTO
LUTO LUTO
LUTO LUTO
LUTO LUTO
LUTO LUTO
LUTO LUTO
sexta-feira, 19 de março de 2010
Plenitude
Quando te encontro meu bem
meus 5 sentidos ficam brigando entre si,
num jogo de quem chega primeiro a ti.
E te possuo inteiro,
em plenitude:
_ sou o sexto e teu último sentido.
A guerra em mim não acaba,
a guerra em ti continua nua
porque nossos sentidos não têm sentidos.
meus 5 sentidos ficam brigando entre si,
num jogo de quem chega primeiro a ti.
E te possuo inteiro,
em plenitude:
_ sou o sexto e teu último sentido.
A guerra em mim não acaba,
a guerra em ti continua nua
porque nossos sentidos não têm sentidos.
quinta-feira, 18 de março de 2010
TORMENTO
VENTO
TORMENTO
TENTO
E AO RELENTO
INVENTO
AFUNGENTO
NÃO AGUENTO
O VENTO
O CIMENTO
O ENRIGECIMENTO
DO QUE ERA MEU ALENTO
TORMENTO
TENTO
E AO RELENTO
INVENTO
AFUNGENTO
NÃO AGUENTO
O VENTO
O CIMENTO
O ENRIGECIMENTO
DO QUE ERA MEU ALENTO
Melodia Sensual
Nos acordes dessa melodia sarcastica
Te levo em meu ventre
No girar da minha vida
A música do teu arrebatamento
Então
Nessa Cifra
Nos meus seios
No rebolar de minhas nádegas
No entrelaçar de minhas coxas
Em tom grave e agudo
Te digo ADEUS
CONTRIBUIÇÃO: Dalila Cruz
Te levo em meu ventre
No girar da minha vida
A música do teu arrebatamento
Então
Nessa Cifra
Nos meus seios
No rebolar de minhas nádegas
No entrelaçar de minhas coxas
Em tom grave e agudo
Te digo ADEUS
CONTRIBUIÇÃO: Dalila Cruz
quarta-feira, 17 de março de 2010
TEMPO
TUDO CURA
O TEMPO
TUDO FAZ
O TEMPO
TUDO ESQUECE
O TEMPO
TUDO GASTA
O TEMPO
TUDO DIGERE
O TEMPO
TUDO ACABA.
O TEMPO
TUDO FAZ
O TEMPO
TUDO ESQUECE
O TEMPO
TUDO GASTA
O TEMPO
TUDO DIGERE
O TEMPO
TUDO ACABA.
MENTIRA
Ciclo vicioso
Teimoso e temeroso
Redoma indestrutível
Pandenia incurável
Porém, mal aceitável
Quanta hipocrisia!
Seres miseráveis somos
Lamentamos sem agir
Dessa laranja somos gomos
Infelizmente não há como fugir
Moeda de duas faces
Perseguição histórica
Desde o início se fazes
Presente e alegórica.
Teimoso e temeroso
Redoma indestrutível
Pandenia incurável
Porém, mal aceitável
Quanta hipocrisia!
Seres miseráveis somos
Lamentamos sem agir
Dessa laranja somos gomos
Infelizmente não há como fugir
Moeda de duas faces
Perseguição histórica
Desde o início se fazes
Presente e alegórica.
terça-feira, 16 de março de 2010
BOTECAGENS
Não tem lugar melhor para inspirações que boteco. Boteco com os amigos, então... O que me dá raiva é que quando o entusiasmo criador chega, fogem os papéis, somem as canetas e a gente bóia nas viagens ao nosso redor, enquanto isso a cabeça borbulha numa enchurrada de palavras. Depois vem aquele garçom, baba-ovo, que nunca se lembra do que você pediu e volta umas três vezes para perguntar qual era mesmo o pedido. Nossa, adoro. E a música ambinete? Rola de tudo. E o bom é que você pode reclamar e sempre vai ter apoio. Você pode até chegar só, mas sempre vai ter um ou outro conhecido ( ou desconhecido) pra fazer companhia. Boteco é bom para curar mágoas, para desopilar dos problemas, para passar o tempo, para pensar nos causos, para se divertir com os amigos, para fazer amigos, para falar da vida alheia, para observar o comportamento das pessoas... enfim, desce mais uma aí, amigo!
SÍNTESE
O que perturba e intimida
O meu espiríto forte
Não é a certeza da morte
Mas a incerteza da vida.
Da Costa e Silva
O meu espiríto forte
Não é a certeza da morte
Mas a incerteza da vida.
Da Costa e Silva
sábado, 13 de março de 2010
A alguém ESPECIAL
Eu
Faço coisas erradas, sabendo quão erradas são
Crio hipóteses que mais tarde viram problemas de difícil solução
Acredito em contos de fadas contados pelo meu coração
Imagino finais felizes que só existem na ficção
Aceito como inteiro o que só me é dado em fração
Eu deixo você ir porque jamais tranco a porta
Tento caminhar em linha reta, mas tua estrada é torta
Renasço em um segundo, depois de dada como morta
Continuo abrindo mão do que realmente me importa
Aceito esse teu amor que ora me cura, ora me corta
Eu te falo o que sinto, mas inalcançável é minha meta
Percebo que ando em círculos, não sei como ser mais direta
Todos os caminhos apontam para ti, mas não sei a direção certa
Minha palavra-bumerangue sempre volta, não te afeta
Palavras pela metade fazem de mim idiota completa
Eu escolho músicas lindas para te ofertar
Escrevo poesias sinceras para me expressar
Perfumo meu corpo para te agradar
Enquanto isso teu mundo segue a girar
Ironicamente, tudo isso volta para me torturar
Eu
Perto de ti consigo sorrir um sorriso quase perfeito
Para te fazer feliz me reinvento, dou um jeito
Para que digas que sou flor e que teus dias enfeito
E ainda que isso não passe de uma frase de efeito
Sempre amanheço despetalada sobre o teu peito...
Faço coisas erradas, sabendo quão erradas são
Crio hipóteses que mais tarde viram problemas de difícil solução
Acredito em contos de fadas contados pelo meu coração
Imagino finais felizes que só existem na ficção
Aceito como inteiro o que só me é dado em fração
Eu deixo você ir porque jamais tranco a porta
Tento caminhar em linha reta, mas tua estrada é torta
Renasço em um segundo, depois de dada como morta
Continuo abrindo mão do que realmente me importa
Aceito esse teu amor que ora me cura, ora me corta
Eu te falo o que sinto, mas inalcançável é minha meta
Percebo que ando em círculos, não sei como ser mais direta
Todos os caminhos apontam para ti, mas não sei a direção certa
Minha palavra-bumerangue sempre volta, não te afeta
Palavras pela metade fazem de mim idiota completa
Eu escolho músicas lindas para te ofertar
Escrevo poesias sinceras para me expressar
Perfumo meu corpo para te agradar
Enquanto isso teu mundo segue a girar
Ironicamente, tudo isso volta para me torturar
Eu
Perto de ti consigo sorrir um sorriso quase perfeito
Para te fazer feliz me reinvento, dou um jeito
Para que digas que sou flor e que teus dias enfeito
E ainda que isso não passe de uma frase de efeito
Sempre amanheço despetalada sobre o teu peito...
quinta-feira, 11 de março de 2010
Precisamos ser muito mais IDIOTAS!
Seja idiota. Seja bastante IDIOTA, mesmo. Meio a este mundo louco, ríspido e acelerado, o que nos resta é sermos idiotas. Não precisamos ser sérios e frígidos. O mundo já é o suficente. Pra quê aquelas caras fechadas e aquele mal humor quando alguém fala besteira do nosso lado? Ele é "idiota", dizemos. Devemos deixar a seriedade para os momentos em que ela é inevitável. No cotidiano seja um mentecapto.
Graças a Deus que restaram alguns idiotas no mundo!
Necessitamos rir com vontade. Ria de seus defeitos e das aberrações alheias, ria ao falar bobagem (sem receio de reprovação). Ignore as repreensões. Trate seu amor como seu melhor amigo. Aprenda a brincar. Não carecemos de alguém com conselhos prontos toda hora, muito menos de soluções ajuizadas sempre. Necessitamos de alguém que saiba nos ajudar a preencher nosso tempo livre com coisas agradáveis e que ria, um sorriso grande e gostoso, quando tudo estiver contra.
Ande descalço, tome banho de chuva, vale lamber a tampa do pote de iogurte, brinque com a comida, conte piadas, "tire onda" com os conhecidos, cante alto, dance com a vassoura, assista uma comédia, dê uma volta na praça... VIVA! Escreva seus rascunhos sem medo de borrões, porque a vida é efêmera. A brevidade das coisas não nos permite perder tempo passando a limpo nossas composições. Acorde querendo viver e viva.
Graças a Deus que restaram alguns idiotas no mundo!
Necessitamos rir com vontade. Ria de seus defeitos e das aberrações alheias, ria ao falar bobagem (sem receio de reprovação). Ignore as repreensões. Trate seu amor como seu melhor amigo. Aprenda a brincar. Não carecemos de alguém com conselhos prontos toda hora, muito menos de soluções ajuizadas sempre. Necessitamos de alguém que saiba nos ajudar a preencher nosso tempo livre com coisas agradáveis e que ria, um sorriso grande e gostoso, quando tudo estiver contra.
Ande descalço, tome banho de chuva, vale lamber a tampa do pote de iogurte, brinque com a comida, conte piadas, "tire onda" com os conhecidos, cante alto, dance com a vassoura, assista uma comédia, dê uma volta na praça... VIVA! Escreva seus rascunhos sem medo de borrões, porque a vida é efêmera. A brevidade das coisas não nos permite perder tempo passando a limpo nossas composições. Acorde querendo viver e viva.
Quem disse que crescer é fácil?
Tudo tem uma linearidade: começo, meio e fim. Odeio aqueles comentários, desnecessários, que a gente sempre ouve após o fim de um relacionamento.
"_ que pena que acabou...
_ vocês faziam um casal tão bonito...
_ quanto tempo ficaram juntos?
_ porque não deu certo?"
O equívoco é achar que não deu certo. Deu certo sim, por algum tempo, mas ACABOU. É como já dizia Vinícius de Moraes:"que seja eterno enquanto dure!" E enquanto durou foi bom. Não dá pra ser aquele mar de rosas toda hora, até porque não teria a menor graça, mas foi didático, agradável.
E o legal é que a gente pode ter vários amores. Um de cada jeito e intensidade diferente.
Chega até ser engraçado quando percebemos que nunca vai ser completo:quando ele é fiel, não é bom de cama; quando é carinhoso, não é fiel; quando é atencioso, não é trabalhador; quando é malhado, não é sensível; quando é bonito não tem conteúdo...
Tudo não á pra ter. Então temos que nos apegar ao que nos é mais importante e investir nisso. Não existe ser perfeito.
Sempre penso em relacionamento como coisa de pele, de pegada. Porque tem, sim, que ter aquele arrepio que surge, sem querer, trazendo aquela sensação gostosa de bem-estar e que sugere sempre 2°, 3º, 4º e todas as intenções possíveis.
A pele é faceira. Quando se tem pele com alguém, pode ser o " papai e mamãe" mais básico que é uma DELÍCIA.
O mesmo acontece com o beijo. Se o beijo encaixa... se joga! Se não deu... toma mais um gole e dá uma volta. Pega outro e pronto.
Se teu "ex" não te quer mais, não pressione. Dê um tchau e vá em frente. Curta sua fossa, chore, beba, beba mais, saia com os amigos e beije outras bocas. Ele tem direito de não te querer. Não insista. Não ligue. Se a pessoa tá com dúvidas, um abraço pra ela. Se ame, você só espera se quiser. Cabe a você decidir ir adiante ou não.
Tem gente que só dá valor depois que perde. É normal ter medos e receios. Se a pessoa gostar, ela volta. Por isso nada de drama. Seja forte!
Precisamos aprender a curtir nossa individualidade. Relacionamento é pra somar, não pra anular. Somos seres separados que compartilham momentos. Mas que nascemos e morreremos sós. Cada qual no seu cada qual.
Conheço pessoas que pulam de romance em romance pra esquecer o anterior. É um pavor de ficar só, em sua sua própria companhia... Gostar dói. Traz raiva, ciúmes, frustrações _ faz parte. A gente namora outro ser que pensa diferente, sente diferente, age diferente. Nem tudo sai como a gente quer...
A pior coisa é gente que tem medo de se envolver. Pra quê isso? Eu mesma já amei várias vezes e quebrei a cara em alguma delas. Porém fui feliz! Desejei e fui desejada, sofri e fiz sofrer, fiz papel de otária e aprendi com meus erros. A vida não nos dá garantias... Quando ouço alguém falar que não quer se envolver dá vontade é de correr, não sou terapêuta. Se não quer comprometimento, compra um vibrador.
Nem todo sexo bom é pra namorar.
Nem toda pessoa que te convida pra sair é pra casar.
Nem todo beijo é pra idealizar.
Nem todo sexo bom é pra descartar. Ou se apaixonar. Ou se culpar. Ou párar. Isso é importante!
Crescer é muito complicado. Cadê a minha mãe?
"_ que pena que acabou...
_ vocês faziam um casal tão bonito...
_ quanto tempo ficaram juntos?
_ porque não deu certo?"
O equívoco é achar que não deu certo. Deu certo sim, por algum tempo, mas ACABOU. É como já dizia Vinícius de Moraes:"que seja eterno enquanto dure!" E enquanto durou foi bom. Não dá pra ser aquele mar de rosas toda hora, até porque não teria a menor graça, mas foi didático, agradável.
E o legal é que a gente pode ter vários amores. Um de cada jeito e intensidade diferente.
Chega até ser engraçado quando percebemos que nunca vai ser completo:quando ele é fiel, não é bom de cama; quando é carinhoso, não é fiel; quando é atencioso, não é trabalhador; quando é malhado, não é sensível; quando é bonito não tem conteúdo...
Tudo não á pra ter. Então temos que nos apegar ao que nos é mais importante e investir nisso. Não existe ser perfeito.
Sempre penso em relacionamento como coisa de pele, de pegada. Porque tem, sim, que ter aquele arrepio que surge, sem querer, trazendo aquela sensação gostosa de bem-estar e que sugere sempre 2°, 3º, 4º e todas as intenções possíveis.
A pele é faceira. Quando se tem pele com alguém, pode ser o " papai e mamãe" mais básico que é uma DELÍCIA.
O mesmo acontece com o beijo. Se o beijo encaixa... se joga! Se não deu... toma mais um gole e dá uma volta. Pega outro e pronto.
Se teu "ex" não te quer mais, não pressione. Dê um tchau e vá em frente. Curta sua fossa, chore, beba, beba mais, saia com os amigos e beije outras bocas. Ele tem direito de não te querer. Não insista. Não ligue. Se a pessoa tá com dúvidas, um abraço pra ela. Se ame, você só espera se quiser. Cabe a você decidir ir adiante ou não.
Tem gente que só dá valor depois que perde. É normal ter medos e receios. Se a pessoa gostar, ela volta. Por isso nada de drama. Seja forte!
Precisamos aprender a curtir nossa individualidade. Relacionamento é pra somar, não pra anular. Somos seres separados que compartilham momentos. Mas que nascemos e morreremos sós. Cada qual no seu cada qual.
Conheço pessoas que pulam de romance em romance pra esquecer o anterior. É um pavor de ficar só, em sua sua própria companhia... Gostar dói. Traz raiva, ciúmes, frustrações _ faz parte. A gente namora outro ser que pensa diferente, sente diferente, age diferente. Nem tudo sai como a gente quer...
A pior coisa é gente que tem medo de se envolver. Pra quê isso? Eu mesma já amei várias vezes e quebrei a cara em alguma delas. Porém fui feliz! Desejei e fui desejada, sofri e fiz sofrer, fiz papel de otária e aprendi com meus erros. A vida não nos dá garantias... Quando ouço alguém falar que não quer se envolver dá vontade é de correr, não sou terapêuta. Se não quer comprometimento, compra um vibrador.
Nem todo sexo bom é pra namorar.
Nem toda pessoa que te convida pra sair é pra casar.
Nem todo beijo é pra idealizar.
Nem todo sexo bom é pra descartar. Ou se apaixonar. Ou se culpar. Ou párar. Isso é importante!
Crescer é muito complicado. Cadê a minha mãe?
segunda-feira, 8 de março de 2010
As breguices do AMOR

O amor é um sentimento ímpar e brega. Sim, ele é muito brega. Ou melhor, ele nos deixa brega. Ficamos leves quando amamos e nossa existência se enche de uma elevação boba.
É cômico observar casais recém-formados. Tudo é graça. E o interessante é que quem tá de fora que percebe quão cafonas ficamos quando apaixonados.
Foi pensando nisso que enumerei algumas constatações da pieguice no amor:
1- Têm os apelidinhos que surgem com a intimidade do casal e, na maioria das vezes, não são nada fofos. É um bando de macacos-velhos falando e agindo quem nem bebês.
2- É uma necessidade de escrever. Parece até que baixa Machado de Assis e Eça de Queiroz.
3- Também têm as cantigas tema do casal. Somos mais sensíveis e compreensivos quando enamorados.
4- As demonstrações públicas de afeto, declarações de amor e, por fim, as mãos dadas... é um grude até pra ir ao banheiro. Parece que é preciso que todos saibam o quanto "Zé" estamos.
5- A gente vê beleza em tudo. É uma invasão de alegria. rimos do vento e para o vento. Nosso humor fica aguçado.
6- Ficamos exageradamente vaidosos, vestimos umas 200 roupas a cada encontro.
7- Somos generosos... mãos-abertas. Queremos impressionar.
Mas é assim mesmo: você sente necessidade de "ser brega". A gente fica num estado de euforia. Porque a breguice nada mais é que ser feliz, é seralegre, é não se importar com as opiniões alheias(mesmo quando você paga mico conscientemente). Queremos que todos vejam e sintam nossa pateguice. E por mias que você sinta repulsa pelo termo, você se torna brega sem perceber. Pois é bonito ser brega. Bonito e ilário.
E quem nunca o foi que atire a primeira pedra.
domingo, 7 de março de 2010
LoMBrA dE mOMenTo

Por que de todas as pessoas do meu mundo, quis justamente você?
Você que me olha e não me vê... que me enxerga e nem me nota.
Diz o que tenho que fazer pra tua atenção seja só minha e teus sorrisos descontraídos se misturem aos meus num som agradável?
Fala, como faço pra ter um pedacinho do teu tempo, do teu mundo?
Desenha o que é necessário ser feito pra que eu sinta tuas mãos em minha cintura.
Se não me querias pra fostes tão encantador?
Me seduz com esse jeito meio bobo, meio sei lá...
Me confundes quando te pego perdido em teus versos.
Me faz querer descobrir teus segredos mais íntimos e me acabar de degustar cada espaço do teu corpo.
Não te trato bem por simples simpatia... É porque tu é ESPECIAL, porra!
E só tu não percebes o quanto te dedico prestígio, choquito, sonho de valsa, serenata de amor...
Tua inconstância me assusta, intriga e instiga.
Tu fica aí me esnobando, esbanjando fascínios e se escondendo em letras, versos e estrofes.
Foge dentro da complexidade, enquanto estou aqui, leve, pronta a te adular...
Cansei! Vou por aí a procurar, cantar pra não chorar e beber pra minha coragem chegar e. finalmente, dizer: MEU AMOR, VÁ SE LASCAR!
quinta-feira, 4 de março de 2010
EU TÔ FALANDO É DE AMIZADE
Tenho "amigos e amigos". Tenho colegas, conhecidos, bons amigos, amigos de fuá e melhores amigos. E todos eles, de alguma forma, se parecem comigo. Porque amizade é uma questão de afinidades.
O bom da coisa é que você pode escolher. Não é como família de sangue, que vem tudo naquele pacote que você simplesmente ganha e tem que aceitar. Sem devolução. Os amigos a gente não escolhe aleatoriamente. A gente precisa do chato, do prestativo, do leal, do fofoqueiro, do belo, do cachaceiro, do que tem contatos, do contra, do santo, do bagunceiro, do liso, do que folgado, do que banca, do fresco (em todos os sentidos) e por aí vai...
A amizade tem que ser saudável. É necessário uqe faça bem pra todos os envolvidos. Não que precise ter sempre aquele papo cabeça, basta querer tá perto. Pode ser falando bobagem ou nada falando. Mas sempre com aquele entrosamento gostoso, que sempre resulta em boas gargalhadas.
Gosto dos meus amigos pelas imperfeições que eles possuem. É legal saber que posso zuar deles e que nem sempre concordaremos; pode ser que no meio de uma briga alguém mande o outro ir se lascar (só não vale falar de mãe), um vire pra um lado e o outro para o otro lado e, depois, passa um tempinho, acabou a raiva. Tá tudo de boa de novo.
A amizade começa a ficar interessante quando a mãe do amigo vira "tia", a gente chega na casa do outro sem avisar, vai pegar água na geladeira, belisca a comida na panela e ainda reclama do sal. Pior (ou melhor) é quando chuta teu cachorro, te chama pra beber e você inda tem que pagar a conta..hehehe! Mas, mesmo assim, amo cada um deles. Cada um com seu jeitinho.
O que seria de mim sem eles? Eles que dão palpite, enchem meu saco, pegam minhas coisas emprestadas (e só devolvem quando vou buscar, porque não adianta cobrar), não me pagam, me ouvem quando tô EMO, suportam meu mal humor e piadinhas sem graça, riem das minhas mancadas, pagam mico coletivo, mexem na minha comida enquanto como, fazem programa de índio comigo, levantam minha moral com os gatinhos, me empurram da ponte quando estou em crise sem motivo, me dão motivação pra ir adiante, me ajudam a sair da fossa quando meus relacionamentos não dão certo, que rasgam a vida alheia comigo, me tiram da deprê e me ouvem às 3h da manhã... enfim, AMIGOS! NÃO SEI O QUE SERIA DE MIM SEM VOCÊS!
terça-feira, 2 de março de 2010
"SÓ MAIS UM CONTO ERÓTICO"
... depois de horas no banho, perdida entre espumas e pensamentos soltos ( ora sério ora lascivo), finalmente, saí daquele estado de sublime encantamento por minhas próprias carícias e coloquei-me frente ao espelho imaginando qual lingerie seria mais adequada para aquela tão desejada ocasião.
Não que realmente fosse fazer diferença _ eles nunca reparam_ mas queria impressionar! Queria que ele começasse me despindo com os olhos e concluísse arrancando ansioso e descontrolado cada peça que me cobria. Queria que avançasse sobre mim cheio de ardor e me descobrisse num só golpe.
Pensando nisso, comecei a derramar óleo de essências orientais, devagarzinho, como se sentisse ele me acariciando com aquela pegada de quem adivinha o momento certo de ser intempestivo e em seguida olha fundo nos olhos e dá aquele beijo lânguido no meu colo que, ofegante, soluça e implora por mais e mais.
Vesti cada parte da minha roupa desejando que ele me despisse logo. Saí de casa envolta numa alegria meio infantil, mas transbordando de malícia. E quanto mais os outros homens me olhavam na rua, mais aumentava a ânsia de vê-lo e ficar presa entre aqueles braços fortes e mordidinhas que percorrem num caminho que vai de encontro ao meu segredo mais íntimo.
E nessa excitação parti até o meu doce destino. A expectativa de encontrá-lo causava-me uma inquietação. Meu corpo respondia a esse turbilhão de hormônios com as mais alucinantes formas de tesão.
Quando o vi, lindo, não me contive e me senti de todo molhadinha num frenesi prazeroso e que me deixava encabulada por não poder saciar meus instintos naquele momento.
Meio sem querer sua pele, quente, me tocou de leve. E meu corpo respondeu de imediato a este estímulo: meus seios enrigecidos junto com um arrepiozinho na pele, de baixo pra cima, deram vazão aos meus delírios e por não me controlar mais, sussurrei um gemido preso... pra dentro.
Tomei alguns goles pra encobrir meu pudor com álcool e fui em busca do que esperei a noite toda naquela "festa nada a ver". Me ofereci e quando dei por mim só sentia o gozo surreal que deslizava por entre mãos, bocas... línguas. Enquanto me beijava, com furor, vinha aquele nervoso de ser pego ali, em público, mas sem expectadores.
Ele arrancou com vontade o que o imepedia de chegar até meu corpo, agora nu, vestido só com meu apetite por sexo, por amor, pela intensidade dele. Ao passo que ele deslizava sua língua ávida de luxúria sobre meu corpo, minhas mãos buscavam seu sublime. Toquei-o até que percebi que não éramos 2 corpos, mas um só, embalados num movimento frenético e compassado.
Me entreguei em seus lances, dominei e fui dominada. Me deixei a dispor de seus caprichos e tudo o que queria era que meus gemidos de puro êxtase fossem ouvidos por todos.
Quando retornamos a festa já não éramos os mesmos amigos. Olhei pra ele e quis repetir aquele encontro de forma mais calma e elaborada. Fui embora no meu táxi imaginando que brinquedinhos usaria na próxima vez. Assim, adormeci e quando me dei conta, o carro parava na porta de casa e notei que estava sem minha calcinha, que na pressa, ficou em algum lugar, em algum quarto da festa onde estávamos.
DAIANA DARLING
Não que realmente fosse fazer diferença _ eles nunca reparam_ mas queria impressionar! Queria que ele começasse me despindo com os olhos e concluísse arrancando ansioso e descontrolado cada peça que me cobria. Queria que avançasse sobre mim cheio de ardor e me descobrisse num só golpe.
Pensando nisso, comecei a derramar óleo de essências orientais, devagarzinho, como se sentisse ele me acariciando com aquela pegada de quem adivinha o momento certo de ser intempestivo e em seguida olha fundo nos olhos e dá aquele beijo lânguido no meu colo que, ofegante, soluça e implora por mais e mais.
Vesti cada parte da minha roupa desejando que ele me despisse logo. Saí de casa envolta numa alegria meio infantil, mas transbordando de malícia. E quanto mais os outros homens me olhavam na rua, mais aumentava a ânsia de vê-lo e ficar presa entre aqueles braços fortes e mordidinhas que percorrem num caminho que vai de encontro ao meu segredo mais íntimo.
E nessa excitação parti até o meu doce destino. A expectativa de encontrá-lo causava-me uma inquietação. Meu corpo respondia a esse turbilhão de hormônios com as mais alucinantes formas de tesão.
Quando o vi, lindo, não me contive e me senti de todo molhadinha num frenesi prazeroso e que me deixava encabulada por não poder saciar meus instintos naquele momento.
Meio sem querer sua pele, quente, me tocou de leve. E meu corpo respondeu de imediato a este estímulo: meus seios enrigecidos junto com um arrepiozinho na pele, de baixo pra cima, deram vazão aos meus delírios e por não me controlar mais, sussurrei um gemido preso... pra dentro.
Tomei alguns goles pra encobrir meu pudor com álcool e fui em busca do que esperei a noite toda naquela "festa nada a ver". Me ofereci e quando dei por mim só sentia o gozo surreal que deslizava por entre mãos, bocas... línguas. Enquanto me beijava, com furor, vinha aquele nervoso de ser pego ali, em público, mas sem expectadores.
Ele arrancou com vontade o que o imepedia de chegar até meu corpo, agora nu, vestido só com meu apetite por sexo, por amor, pela intensidade dele. Ao passo que ele deslizava sua língua ávida de luxúria sobre meu corpo, minhas mãos buscavam seu sublime. Toquei-o até que percebi que não éramos 2 corpos, mas um só, embalados num movimento frenético e compassado.
Me entreguei em seus lances, dominei e fui dominada. Me deixei a dispor de seus caprichos e tudo o que queria era que meus gemidos de puro êxtase fossem ouvidos por todos.
Quando retornamos a festa já não éramos os mesmos amigos. Olhei pra ele e quis repetir aquele encontro de forma mais calma e elaborada. Fui embora no meu táxi imaginando que brinquedinhos usaria na próxima vez. Assim, adormeci e quando me dei conta, o carro parava na porta de casa e notei que estava sem minha calcinha, que na pressa, ficou em algum lugar, em algum quarto da festa onde estávamos.
DAIANA DARLING
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